segunda-feira, 28 de março de 2011

  "SEM A CURIOSIDADE QUE ME MOVE, QUE ME INQUIETA, QUE ME INSERE NA BUSCA, NÃO APRENDO NEM ENSINO." (Paulo Freire)

domingo, 27 de março de 2011

NÍVEIS DE ESCRITA: Características e avanços!

PRÉ-SILÁBICA

Características

·      Escrever e desenhar tem o mesmo significado;
·      Não relaciona a escrita com a fala;
·      Não diferencia letras de números;
·      Reproduz traços típicos da escrita de forma desordenada;
·      Acredita que coisas grandes têm um nome grande e coisas pequenas têm nome um nome pequeno (realismo nominal);
·      Usa as letras do nome para escrever tudo;
·      Não aceita que seja possível escrever e ler com menos de três letras;
·      Leitura global: Lê a palavra como um todo.

Conflitos vividos pela criança nesta etapa:

·      Que sinais usar para escrever palavras.
·      Conhecer o significado dos sinais escritos.

Avanços:

·         Diferenciar o desenho da escrita;
·         Perceber as letras e seus sons;
·         Identificar e escrever o próprio nome;
·         Identificar o nome dos colegas;
·         Perceber que usamos letras em diferentes posições.

Atividades favoráveis

·  Desenhar e escrever o que desenhou;
·  Usar, reconhecer e ler o nome em situações significativas: chamada, marcar atividades, objetos, utilizá-lo em jogos, bilhetes, etc;
·  Ter contato com diferentes portadores de textos;
·  Frequentar a biblioteca, banca de jornal, etc;
·  Conversar sobre a função da escrita;
·  Utilizar letras móveis para pesquisar nomes, reproduzir o próprio nome ou dos amigos;
·  Bingo de letras;
·  Produção oral de histórias;
·  Escrita espontânea;
·  Textos coletivos tendo o professor como escriba;
·  Aumentar o repertório de letras;
·  Leitura dos nomes das crianças da classe, quando isto for significativo;
·  Comparar e relacionar palavras;
·  Produzir textos de forma não convencional;
·  Identificar personagens conhecidos a partir de seus nomes, ou escrever seus nomes de acordo com sua possibilidade;
·  Recitar textos memorizados: parlendas, poemas, músicas, etc;
·  Atividades em que seja preciso reconhecer e completar a letra inicial e a letra final;
·  Escrita de listas em que isto tenha significado: listar o que usamos na hora do lanche, o que tem numa festa de aniversário, etc.


SILÁBICA

HIPÓTESE SILÁBICA SEM VALOR SONORO
HIPÓTESE SILÁBICA COM VALOR SONORO

Características:

• Para cada fonema, usa uma letra para representá-lo;
• Pode, ou não, atribuir valor sonoro à letra;

• Pode usar muitas letras para escrever e ao fazer a leitura, apontar uma letra para cada fonema;

• Ao escrever frases, pode usar uma letra para cada palavra.

Conflitos vividos pela criança:

• A escrita está vinculada à pronúncia das partes da palavra?
• Como ajustar a escrita à fala?
• Qual a quantidade mínima de letras necessárias para se escrever?

Avanços:
  • Atribuir valor sonoro às letras;
  • Aceitar que não é preciso muitas letras para se escrever, apenas o necessário para representar a fala.

Atividades favoráveis:

Todas as atividades do nível anterior;
• Comparar e relacionar escritas de palavras diversas;
• Escrever pequenos textos memorizados (parlendas, poemas, músicas, trava-línguas...);
• Completar palavras com letras para evidenciar seu som:
camelo = c__m__l__ ou __a__e__o.
• Relacionar personagens a partir do nome escrito;
• Relacionar figura às palavras, através do reconhecimento da letra inicial;
• Ter contato com a escrita convencional em atividades significativas: reconhecer letras em um pequeno texto conhecido;
• Leitura de textos conhecidos;
• Cruzadinha;
• Caça-palavras;
• Completar lacunas em textos e palavras;
• Construir um dicionário ilustrado, desde que o tema seja significativo;
• Evidenciar rimas entre as palavras;
• Usar o alfabeto móvel para escritas significativas;
• Jogos variados para associar o desenho e seu nome;
• Colocar letras em ordem alfabética;
• Contar a quantidade de palavras de uma frase.

SILÁBICO-ALFABÉTICO

Características:

• Compreende que a escrita representa os sons da fala;
• Percebe a necessidade de mais de uma letra para a maioria das sílabas;
• Reconhece o som das letras;
• Pode dar ênfase a escrita do som só das vogais ou só das consoantes bola= AO ou BL;
• Atribui o valor do fonema em algumas letras: cabelo= kblo.

Conflitos vividos pela criança nesta etapa:

• Como fazer a escrita dela ser lida por outras pessoas?
• Como separar as palavras na escrita se isto não acontece na fala?
• Como adequar a escrita à quantidade mínima de caracteres?
   
 Avanços:

·   Usar mais de uma letra quando necessário;
·   Atribuir o valor sonoro das letras.

       Atividades favoráveis:

·         As mesmas do nível anterior;
·         Separar as palavras de um texto memorizado;
·         Generalizar os conhecimentos para escrever palavras que não conhece: associar o GA do nome de GABRIELA para escrever garota, gaveta...;
·         Ditado de palavras conhecidas;
·         Produzir pequenos textos;
·         Reescrever histórias.


ALFABÉTICO

Características:

• Compreende a função social da escrita;
• Conhece o valor sonoro de todas ou quase todas as letras;
• Apresenta estabilidade na escrita das palavras;
• Compreende que cada letra corresponde aos menores valores sonoros da sílaba;
• Procura adequar a escrita à fala;
• Faz leitura com ou sem imagem;
• Inicia preocupação com as questões ortográficas;
• Separa as palavras quando escreve frases;
• Produz textos de forma convencional.

Conflitos vividos pela criança nesta etapa:

Por que escrevemos de uma forma e falamos de outra?
• Como distinguir letras, sílabas e frases?
• Como aprender as convenções da língua escrita?

Avanços:

• Preocupação com as questões ortográficas e textuais (parágrafo e pontuação);
• Usar a letra cursiva.

Atividades favoráveis:

• Todas as anteriores;
• Leituras diversas;
• Escrita de listas de palavras que apresentem as mesmas regularidades ortográficas em momentos em que isto seja significativo;
 • Atividades a partir de um texto: leitura, localização de palavras ou frases, ordenar o texto;
• Jogos diversos com bingo de letras e palavras, forca...

terça-feira, 22 de março de 2011

O que funciona na alfabetização?


O que se ensina quando se ensina a ler e escrever?

A plena inserção no mundo da escrita, envolve pelo menos três complexas dimensões que se articulam e que se complementam: uma dimensão lingüística (a conversão da oralidade em escrita); uma dimensão cognitiva (as atividades da mente em interação tanto com o sistema de escrita, no processo de aquisição do código, quanto com o texto em sua integridade, no processo de produção de significado e sentido); uma dimensão sociocultural (a adequação das atividades de leitura e escrita aos diferentes eventos e práticas em que essas atividades são exercidas).

A complexidade do processo gera divergências sobre o qual deve ser o objeto da alfabetização. Há os que consideram que o objeto é o processo lingüístico e cognitivo de aquisição da tecnologia da escrita, domínio dos sistemas alfabético e ortográfico de escrita, e das convenções que governam o uso desses sistemas. Há também os que consideram que, sendo a finalidade da leitura e da escrita a construção de significados e sentidos dos materiais escritos que circulam em práticas socioculturais, o objeto da aprendizagem da língua escrita é, desde o seu primeiro momento, a compreensão, na leitura, e a utilização, na escrita, de numerosos e variados gêneros e portadores de textos, vivenciados em diferentes contextos, visando a diferentes objetivos e diferentes destinatários. Finalmente, há os que, julgando incoveniente e mesmo impossível fragmentar um processo cujos componentes são inter-relacionados e interconectados, consideram que o objeto da alfabetização é a língua escrita em sua inteireza, envolvendo todas as dimensões e todos os seus componentes.

Naturalmente, as divergências quanto ao objeto da alfabetização - o que se ensina a ler e escrever - determinam as divergências quanto aos métodos de alfabetização - como se deve ensinar a ler e a escrever - e, conseqüentemente, divergências quanto aos resultados da alfabetização - o que funciona na alfabetização.

Fonte Magda Soares, Revista Pátio ago/out 2008

quarta-feira, 16 de março de 2011

Lei de embasamento para o Ciclo Inicial de Alfabetização

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA
RESOLUÇÃO Nº 7, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2010
Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.

Art. 30 Os três anos iniciais do Ensino Fundamental devem assegurar:
I - a alfabetização e o letramento;
II - o desenvolvimento das diversas formas de expressão, incluindo o aprendizado da Língua Portuguesa, a Literatura, a Música e demais artes, a Educação Física, assim como o aprendizado da Matemática, da Ciência, da História e da Geografia;
III - a continuidade da aprendizagem, tendo em conta a complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar no Ensino Fundamental como um todo e, particularmente, na passagem do primeiro para o segundo ano de escolaridade e deste para o terceiro.
§ 1º Mesmo quando o sistema de ensino ou a escola, no uso de sua autonomia, fizerem opção pelo regime seriado, será necessário considerar os três anos iniciais do Ensino Fundamental como um bloco pedagógico ou um ciclo sequencial não passível de interrupção, voltado para ampliar a todos os alunos as oportunidades de sistematização e aprofundamento das aprendizagens básicas, imprescindíveis para o prosseguimento dos estudos.
§ 2º Considerando as características de desenvolvimento dos alunos, cabe aos professores adotar formas de trabalho que proporcionem maior mobilidade das crianças nas salas de aula e as levem a explorar mais intensamente as diversas linguagens artísticas, a começar pela literatura, a utilizar materiais que ofereçam oportunidades de raciocinar, manuseando-os e explorando as suas características e propriedades.

Façamos cumprí-la!!!

sábado, 12 de março de 2011

NÍVEIS DE ESCRITA

Pré-silábico:

1.    Usa desenhos e sinais gráficos;
2.    Pensa que coisas grandes têm nomes grandes e coisas pequenas têm nomes pequenos (realismo nominal);
3.    Escreve até o limite do papel para garantir a escrita completa;
4.    A escrita não representa a fala.
5.    Faz leitura global.

Silábico-restrito:

1.    Escreve utilizando letras sem repeti-las e sem valor sonoro;
2.    Na palavra cada letra representa uma sílaba sem valor sonoro;
3.    Nível que dá início ao processo em que a escrita representa a fala;
4.    Na frase cada letra representa uma palavra sem valor sonoro.

Silábico-evoluído:

1.    Na palavra cada letra representa uma sílaba com valor sonoro;
2.    Usa letras fazendo correspondência com valor sonoro;
3.    Escreve utilizando variados tipos de letras atribuindo valor sonoro;
4.    Na frase cada letra uma sílaba com valor sonoro.
Silábico-alfabético:

1.    Descobre que uma letra não funciona e procura acrescentar letras à escrita;
2.    Descobre que a sílaba não pode ser considerada como uma unidade, mas é composta de unidades menores (acréscimo de letras);
3.    Começa escrever alfabeticamente.
Alfabético:

1.    Corresponde à fonetização da escrita;
2.    Nem todas as dificuldades estão superadas, pois a escrita apresenta problemas ortográficos.

Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os oito anos de idade.


Estratégias:
5.1) Fomentar a estruturação do ensino fundamental de nove anos com foco na organização de ciclo de alfabetização com duração de três anos, a fim de garantir a alfabetização plena de todas as crianças, no máximo, até o final do terceiro ano.
5.2) Aplicar exame periódico específico para aferir a alfabetização das crianças.
5.3) Selecionar, certificar e divulgar tecnologias educacionais para alfabetização de crianças, assegurada a diversidade de métodos e propostas pedagógicas, bem como o acompanhamento dos resultados nos sistemas de ensino em que forem aplicadas.
5.4) Fomentar o desenvolvimento de tecnologias educacionais e de inovação das práticas pedagógicas nos sistemas de ensino que assegurem a alfabetização e favoreçam a melhoria do fluxo escolar e a aprendizagem dos estudantes, consideradas as diversas abordagens metodológicas e sua efetividade.
5.5) Apoiar a alfabetização de crianças indígenas e desenvolver instrumentos de acompanhamento que considerem o uso da língua materna pelas comunidades indígenas, quando for o caso.

FONTE: Plano Nacional de Educação, 2011-2020, p. 400.

O desenvolvimento do aluno é a principal referência na organização do tempo e do espaço da escola.


Após conceber a educação como um processo amplo, a LDB4 estabelece, no art. 2º,
que aquele processo visa ao pleno desenvolvimento do educando. Este, entretanto, desde o início de sua vida, apresenta ritmos e maneiras diferentes para realizar toda e qualquer aprendizagem – andar, falar, brincar, comer com autonomia, ler, escrever etc., como apontam as contribuições das ciências humanas. Pode-se dizer, então, que uma educação voltada para tais perspectivas precisa ser pensada também com o foco voltado para essas características:

• O ser humano é ser de múltiplas dimensões;
• Todos aprendem em tempos e em ritmos diferentes;
• O desenvolvimento humano é um processo contínuo;
• O conhecimento deve ser construído e reconstruído, processualmente e continuamente;
• O conhecimento deve ser abordado em uma perspectiva de totalidade;
• É importante uma gestão participativa, compartilhada e que tenha como referência a elaboração coletiva do Projeto Político-Pedagógico, contemplando a ampliação do Ensino Fundamental;
• A diversidade metodológica e a avaliação diagnóstica, processual e formativa devem estar comprometidas com uma aprendizagem inclusiva, em que o aluno, dentro da escola, aprenda de fato.


4 Art. 2º da Lei nº 9.394/96: “A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”


FONTE:

Ciclo de alfabetização deve prosseguir sem interrupção

Os três anos iniciais do ensino fundamental de nove anos constituem o ciclo da alfabetização e letramento e não devem ser passíveis de interrupção. É o que recomendam as novas diretrizes curriculares nacionais.

De acordo com o documento, mesmo quando o sistema de ensino ou a escola fizerem opção pelo regime seriado, será necessário considerar os três anos iniciais do ensino fundamental como um bloco pedagógico ou um ciclo sequencial não passível de interrupção, voltado para ampliar a todos os alunos as oportunidades de sistematização e aprofundamento das aprendizagens básicas.

Pesquisas já detectaram que a repetência durante esse período escolar não garante a alfabetização e pode prejudicar o rendimento escolar da criança no ensino fundamental como um todo e, particularmente, na passagem do primeiro para o segundo ano de escolaridade e deste para o terceiro.

A complexidade do processo de alfabetização requer a continuidade do aprendizado para que sejam respeitados os diferentes tempos de desenvolvimento das crianças de seis a oito anos de idade. Ao final do ciclo, a criança deve estar alfabetizada.

O Conselho Nacional de Educação (CNE) recomenda que os professores adotem formas de trabalho que proporcionem maior mobilidade das crianças nas salas de aula e as levem a explorar mais intensamente as diversas linguagens artísticas, a começar pela literatura, e a utilizar materiais que ofereçam oportunidades de raciocinar, manuseando-os e explorando as suas características e propriedades.

Já a avaliação deve assumir um caráter processual, formativo e participativo; ser contínua, cumulativa e diagnóstica. Para tanto, os educadores devem utilizar vários instrumentos e procedimentos, tais como a observação, o registro descritivo e reflexivo, os trabalhos individuais e coletivos, os portfólios, exercícios, provas, questionários, dentre outros, tendo em conta a sua adequação à faixa etária e às características de desenvolvimento do educando.

quinta-feira, 10 de março de 2011

CONSTRUÇÃO DE SIGNIFICADO

Neste trecho de sua mais importante obra, Delia Lerner aponta os caminhos para a formação de alunos leitores e escritores.

[...] desde o princípio, a escola deve fazer as crianças participarem em situações de leitura e da escrita; é necessário pôr à sua disposição materiais escritos variados, é necessário ler para elas muitos e bons textos para que tenham oportunidade de conhecer diversos gêneros e possam fazer antecipações fundadas nesse conhecimento... É necessário lhes propor também situações de produção que lhes apresentarão o desafio de compor oralmente textos com destino escrito – para serem ditados ao professor, por exemplo -; no curso dessa atividade, serão apresentados problemas que as levarão a descobrir novas características da língua escrita e a se familiarizar com o ato de escrita, antes de saberem escrever no sentido convencional do termo.[...]
Trecho do livro Ler e Escrever na Escola: o Real, o Possível e o Necessário, Délia Lerner, 128 págs., Ed. Artmed


"Cada vez que você dá um passo firme,
mais fácil fica chegar ao destino."
Lourival Lopes

Refletindo:

“O tipo de mudança que fará diferença nas escolas não virá com
melhores teorias ou com melhores materiais, ou mesmo com professores mais bem informados, mas somente com cada um assumindo uma atitude em direção à mudança”.
Frank Smith

TRABALHANDO COM TEXTOS

Ao apresentar novos textos, há muitos aspectos a ressaltar, independentemente da idade e da situação social dos alunos:

- A quem se destina o texto?
- Onde foi encontrado?
- Há um autor conhecido ou não?
- Foi produzido para informar, divertir, fazer propaganda de um serviço ou produto ou o quê?
- O texto está escrito à mão, impresso ou digitalizado?
- Que tipo de letras aparecem: maiúsculas, minúsculas; em negrito, em itálico?
- Há figuras, fotos, ilustrações? O que se pode ler nessas imagens?
- Há letras e números ou apenas letras?

Essas atividades de análise do texto dirigem a atenção dos alunos para detalhes importantes que fazem parte do processo de compreensão da escrita.

FONTE: Marlene Carvalho; Guia prático do alfabetizador (p. 17).

LEITURA COMPARTILHADA

 
“Leitura: fonte de prazer e de formação do cidadão-leitor crítico”

Em uma leitura compartilhada, o professor assume o papel daquele que revela, nas entonações, os efeitos da pontuação, que explicita o costume de um bom leitor de questionar o texto, que instiga o grupo a estabelecer finalidades para a leitura, a se envolver com o enredo, a buscar indícios, a levantar hipóteses, a antecipar, a fazer inferências e a se posicionar diante das idéias do autor.

A leitura compartilhada, isto é, ler diariamente para a turma é outra medida para democratizar os conhecimentos em sala de aula. "A criança lê pelos olhos do professor - porque ainda não pode fazer isso sozinha -, mas vai se familiarizando com a linguagem escrita", explica a educadora Patrícia Diaz.
FONTE: Revista Nova Escola